Por que devemos utilizar potenciômetro “logarítmico” no controle de volume?

Perceba que, a cada 10% de variação de rotação de um potenciômetro “logarítmico”, temos uma atenuação constante de 10dB, portanto, linearizada, enquanto no potenciômetro linear as variações são bem diferentes de uma posição para outra.

Da teoria para a prática

Se a explicações dadas até aqui ainda lhe soaram um pouco confusas, minha sugestão é que você faça um teste prático e assim entenderá definitivamente este assunto.

Quando tiver um amplificador disponível, experimente trocar o potenciômetro de volume original que deve ser “logarítmico” por outro linear de mesmo valor e verifique o resultado quando varia o volume para cada um deles usando a mesma a música para ambos.

A escolha da música para o teste será importante para se perceber as diferenças no resultado.

Antes que alguém argumente que: –  “isso dá muito trabalho”, o que posso dizer é que todos os conceitos teóricos mais complicados que eu aprendi definitivamente ao longo da minha vida (e continuo aprendendo) foram assimilados deixando-se a preguiça de lado e praticando para tirar conclusões.

Referências e sugestões de leitura

  1. https://www.mathscinotes.com/2011/12/potentiometer-math/
  2. https://sound-au.com/project01.htm
  3. https://www.paulobrites.com.br/alguns-jeitinhos-para-resolver-potenciometros-em-extincao/
  4. Revista Antenna dezembro de 2023 e Janeiro de 2024

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