Por que devemos utilizar potenciômetro “logarítmico” no controle de volume?

Estou a preparar uma série de artigos sobre matemática aplicada a eletricidade e este assunto será abordado lá.

Aguarde. Quem viver lerá!

E como seria então a curva de um potenciômetro linear?

Veja a fig.2.

Fig. 2 – Curva da variação da resistência versus rotação do cursor de um potenciômetro linear.

E aqui vai uma dica importante:

TODA VARIAÇÃO LINEAR SERÁ REPRESENTADA

GRAFICAMENTE,  NUM SISTEMA DE EIXOS

PERPEDICULARES, POR UMA RETA INCLINADA

Trocando em miúdos, se temos um potenciômetro linear de 100kohms, por exemplo, quando o cursor estiver a 10% do início da rotação a resistência entre um extremo e o centro será 10kOhms, a 20% teremos 20kOhms, a 50% mediremos 50kOhms e assim por diante.

Por outro lado, comercialmente, não é comum encontrarmos potenciômetros “logarítmicos”  cuja curva de variação da resistência versus ângulo de rotação do cursor obedeça fielmente ao gráfico da fig.1.

O mais provável é que o gráfico seja algo parecido com o mostrado na fig.3 com duas partes lineares.

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