Os valores são normais para esses tipos de reforçadores, e são coerentes com a primeira especificação dos produtos da Infinity (30W+30W contínuos em 4Ω). os 220W da embalagem são apenas estratégia de marquetingue.
Usualmente faríamos apenas as medições em 1kHz, mas, como se trata de circuitos acoplados a transformador, que podem ter deficiências nos limites da faixa audível, fizemos mais duas medições, em 100Hz e em 10kHz, com carga de 8Ω. Vejamos os resultados:
Potência no limite do ceifamento em 8Ω, 100Hz – 22,5W

Potência no limite do ceifamento em 8Ω, 10kHz – 25,5W

Podemos observar o aparecimento de distorção em ambos os casos, com a deformação na senoide em 100Hz e com a distorção de crossover em 10kHz.
Grande Marcelo!!!
Tive um MK-II em 1985 quando tinha 20 anos, um Maverick 302V8 nas mãos de e bem pouco juízo na cabeça. Estar vivo após um V8 aos 20 anos na década de 80 é um milagre!
Mas vou te dizer: tocava MUITO! E era o que havia de melhor na época. Ver a foto dele me trouxe a memória instantânea da instalação do som no Maverick!
Obrigado por mais este artigo delicioso….e Feliz Natal
Fernando Kosin
Obrigado, Fernando. Os Infinity eram objeto de desejo da galera, isso é verdade. Forte abraço e Feliz Natal!
Infinity era muito mais bem elaborado que a concorrencia e pode até ser tecnicamente ruim, mas que era gostoso de escutar ele era.
Os Infinity anteriores ao booster testado eram melhores mesmo. Os seus circuitos eram bem elaborados. Apesar de boosters terem realmente desempenho inferior, quebraram um bom galho e resolveram a questão da baixa potência dos autorádios. Também gostava muito dos Infinity, na época.