Análise de Um “Booster” Automotivo

Os valores são normais para esses tipos de reforçadores, e são coerentes com a primeira especificação dos produtos da Infinity (30W+30W contínuos em 4Ω). os 220W da embalagem são apenas estratégia de marquetingue.

Usualmente faríamos apenas as medições em 1kHz, mas, como se trata de circuitos acoplados a transformador, que podem ter deficiências nos limites da faixa audível, fizemos mais duas medições, em 100Hz e em 10kHz, com carga de 8Ω. Vejamos os resultados:

Potência no limite do ceifamento em 8Ω, 100Hz – 22,5W

Potência no limite do ceifamento em 8Ω, 10kHz – 25,5W

Podemos observar o aparecimento de distorção em ambos os casos, com a deformação na senoide em 100Hz e com a  distorção de crossover em 10kHz.

4 comentários sobre “Análise de Um “Booster” Automotivo”

  1. Fernando Kosin25 de dezembro de 2021 às 3:40 AMResponder

    Grande Marcelo!!!
    Tive um MK-II em 1985 quando tinha 20 anos, um Maverick 302V8 nas mãos de e bem pouco juízo na cabeça. Estar vivo após um V8 aos 20 anos na década de 80 é um milagre!
    Mas vou te dizer: tocava MUITO! E era o que havia de melhor na época. Ver a foto dele me trouxe a memória instantânea da instalação do som no Maverick!
    Obrigado por mais este artigo delicioso….e Feliz Natal
    Fernando Kosin

    1. Antenna25 de dezembro de 2021 às 10:02 AMResponder

      Obrigado, Fernando. Os Infinity eram objeto de desejo da galera, isso é verdade. Forte abraço e Feliz Natal!

  2. MARCIO ALEXANDRE29 de março de 2025 às 11:13 PMResponder

    Infinity era muito mais bem elaborado que a concorrencia e pode até ser tecnicamente ruim, mas que era gostoso de escutar ele era.

    1. Antenna30 de março de 2025 às 9:02 AMResponder

      Os Infinity anteriores ao booster testado eram melhores mesmo. Os seus circuitos eram bem elaborados. Apesar de boosters terem realmente desempenho inferior, quebraram um bom galho e resolveram a questão da baixa potência dos autorádios. Também gostava muito dos Infinity, na época.

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