Isso, aliás, era um dos grandes problemas da época. Como os equipamentos são bem simples, não têm nenhuma outra proteção que não o fusível geral. Então, ocorriam muitos danos nos alto-falantes e nos reforçadores, causados por ligações incorretas. Um de nossos equipamentos de medição tem entradas e saídas balanceadas, assim, a dificuldade foi superada.
Montado na bancada, iniciamos os testes da forma tradicional, com aplicação de senoide, com cargas de 4Ω e de 8Ω, e obtivemos as potências máximas, no limite do ceifamento. A tensão da fonte foi estabilizada em 13,8VCC. Neste caso, medimos em um lado das saídas (que são balanceadas) e fizemos o ajuste para a tensão real.
Potência no limite do ceifamento em 8Ω, 1kHz – 25W

Potência no limite do ceifamento em 4Ω, 1kHz – 29W

Grande Marcelo!!!
Tive um MK-II em 1985 quando tinha 20 anos, um Maverick 302V8 nas mãos de e bem pouco juízo na cabeça. Estar vivo após um V8 aos 20 anos na década de 80 é um milagre!
Mas vou te dizer: tocava MUITO! E era o que havia de melhor na época. Ver a foto dele me trouxe a memória instantânea da instalação do som no Maverick!
Obrigado por mais este artigo delicioso….e Feliz Natal
Fernando Kosin
Obrigado, Fernando. Os Infinity eram objeto de desejo da galera, isso é verdade. Forte abraço e Feliz Natal!
Infinity era muito mais bem elaborado que a concorrencia e pode até ser tecnicamente ruim, mas que era gostoso de escutar ele era.
Os Infinity anteriores ao booster testado eram melhores mesmo. Os seus circuitos eram bem elaborados. Apesar de boosters terem realmente desempenho inferior, quebraram um bom galho e resolveram a questão da baixa potência dos autorádios. Também gostava muito dos Infinity, na época.