Podemos dizer que, somadas às demais deficiências no ambiente acústico de um automóvel, essas distorções e limitações eram, e ainda são, “passáveis”, até certo ponto, pois temos conosco um elemento que é bastante tolerante a certos tipos de distorção e também é limitado: o nosso ouvido.
Apenas para mostrar um exemplo, a distorção do SB220 em 100Hz, a aproximadamente 10W, em 8Ω, foi medida entre 10% e 12%, mais ou menos, na curva de ponderação A. Vejamos como é esta senoide distorcida a dez por cento, no domínio do tempo (ela está em rosa, no centro, abaixo, é a soma das saídas balanceadas):

Vejamos agora como seria uma senoide, com os mesmos dez por cento de distorção, porém, por ceifamento, ou seja, o que é comum nos amplificadores modernos:

Grande Marcelo!!!
Tive um MK-II em 1985 quando tinha 20 anos, um Maverick 302V8 nas mãos de e bem pouco juízo na cabeça. Estar vivo após um V8 aos 20 anos na década de 80 é um milagre!
Mas vou te dizer: tocava MUITO! E era o que havia de melhor na época. Ver a foto dele me trouxe a memória instantânea da instalação do som no Maverick!
Obrigado por mais este artigo delicioso….e Feliz Natal
Fernando Kosin
Obrigado, Fernando. Os Infinity eram objeto de desejo da galera, isso é verdade. Forte abraço e Feliz Natal!
Infinity era muito mais bem elaborado que a concorrencia e pode até ser tecnicamente ruim, mas que era gostoso de escutar ele era.
Os Infinity anteriores ao booster testado eram melhores mesmo. Os seus circuitos eram bem elaborados. Apesar de boosters terem realmente desempenho inferior, quebraram um bom galho e resolveram a questão da baixa potência dos autorádios. Também gostava muito dos Infinity, na época.