Quanto à distorção por intermodulação, temos:
Distorção por Intermodulação SMPTE a 1W/8Ω

Distorção por Intermodulação SMPTE a 20W/8Ω

Valores até razoáveis, se considerarmos o contexto geral. E a diafonia mostrou-se normal também. Um bom valor.
Diafonia (crosstalk) a 1W/8Ω/1kHz

Com isso encerramos as medidas técnicas, que mostram que reforçadores do tipo têm realmente muitas limitações. A distorção e a capacidade limitada de reprodução de baixas frequências são as mais evidentes.
Essas limitações decorrem da simplicidade do projeto, como também da sua necessidade de ser de tamanho e de ter preço razoável, para o ambiente onde ficarão instalados. Até o amadurecimento tecnológico das fontes comutadas (SMPS) para o mercado consumidor automotivo, era uma das poucas opções razoáveis disponíveis para a obtenção de mais potência dentro dos automóveis. Entretanto, resta a questão acerca de como ouvíamos isso, na época, e não achavámos tão ruim?
Grande Marcelo!!!
Tive um MK-II em 1985 quando tinha 20 anos, um Maverick 302V8 nas mãos de e bem pouco juízo na cabeça. Estar vivo após um V8 aos 20 anos na década de 80 é um milagre!
Mas vou te dizer: tocava MUITO! E era o que havia de melhor na época. Ver a foto dele me trouxe a memória instantânea da instalação do som no Maverick!
Obrigado por mais este artigo delicioso….e Feliz Natal
Fernando Kosin
Obrigado, Fernando. Os Infinity eram objeto de desejo da galera, isso é verdade. Forte abraço e Feliz Natal!
Infinity era muito mais bem elaborado que a concorrencia e pode até ser tecnicamente ruim, mas que era gostoso de escutar ele era.
Os Infinity anteriores ao booster testado eram melhores mesmo. Os seus circuitos eram bem elaborados. Apesar de boosters terem realmente desempenho inferior, quebraram um bom galho e resolveram a questão da baixa potência dos autorádios. Também gostava muito dos Infinity, na época.